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Feminicídio em Itabirito: marido registra desaparecimento da esposa e é preso por matá-la

Francineuma Barbosa de Souza Alves foi morta pelo marido em Itabirito. Ele registrou desaparecimento e foi preso pela Polícia Civil. Leia os detalhes do crime.

RRRedação Rei de Minas16 de junho de 2026 · 4 min de leitura
Feminicídio em Itabirito: marido registra desaparecimento da esposa e é preso por matá-la

Marido preso por feminicídio em Itabirito: ele mesmo registrou desaparecimento da esposa

Um caso que chocou Itabirito, na Região Central de Minas Gerais, teve desfecho trágico nesta semana. A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu um homem de 56 anos, suspeito de matar a própria esposa, Francineuma Barbosa de Souza Alves, de 50 anos. O crime, classificado como feminicídio em Itabirito, ganhou contornos ainda mais perturbadores: foi o próprio marido quem registrou o desaparecimento da vítima na delegacia, tentando despistar as investigações.

A prisão ocorreu nesta segunda-feira (15), após uma longa apuração que começou em fevereiro do ano passado. A equipe da delegacia de Itabirito reuniu provas suficientes para desmontar a versão do suspeito e comprovar sua participação no crime. O homem foi autuado por feminicídio e ocultação de cadáver.

O crime e a prisão

A vítima, Francineuma Barbosa de Souza Alves, de 50 anos, desapareceu em circunstâncias misteriosas em Itabirito. Inicialmente, o marido, de 56 anos, procurou a delegacia para registrar o sumiço da esposa — o que deu início às investigações.

  • O suspeito registrou o desaparecimento da vítima, tentando se passar por um marido preocupado.
  • A Polícia Civil de Minas Gerais iniciou a apuração, que logo apontou contradições no depoimento do homem.
  • Durante as investigações, a equipe da Delegacia de Itabirito conseguiu elementos de prova que indicavam a participação do marido no crime.
  • O suspeito foi preso temporariamente e, após confrontado com as evidências, foi autuado pelo feminicídio em Itabirito e ocultação de cadáver.

Detalhes da investigação

A apuração do caso foi complexa e exigiu um trabalho minucioso da Polícia Civil MG. O ponto de partida foi o registro de desaparecimento feito pelo próprio suspeito — tática comum em crimes passionais para desviar a atenção.

  • Exames periciais: A polícia realizou exames técnicos e perícias que foram cruciais para contradizer a versão inicial do marido.
  • Depoimentos contraditórios: O suspeito apresentou versões diferentes sobre os últimos momentos da vítima, o que levantou suspeitas entre os investigadores.
  • Autuação: O homem foi autuado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver, ambos previstos no Código Penal Brasileiro.
  • Alerta: A Polícia Civil reforça a importância de denunciar qualquer sinal de violência doméstica, antes que o ciclo de agressões termine em tragédia. A Central de Atendimento à Mulher (180) é um canal seguro e anônimo para denúncias.

Repercussão e medidas de proteção

O crime gerou grande comoção em Itabirito e em toda a região central do estado. O caso serve como um doloroso lembrete da urgência de políticas públicas eficazes no combate ao feminicídio em MG.

  • Comoção local: Moradores de Itabirito estão consternados com a brutalidade do crime e a frieza do suspeito, que chegou a registrar o desaparecimento da esposa.
  • Justiça: Familiares e amigos de Francineuma pedem justiça e aguardam o julgamento do suspeito, que permanece preso.

Conclusão da Polícia Civil de MG

A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito e indiciou o marido por feminicídio e ocultação de cadáver. O suspeito permanece à disposição da Justiça e deve responder pelos crimes em regime fechado.

  • Inquérito concluído: As investigações foram encerradas com provas robustas que levaram à prisão do suspeito.
  • Suspeito preso: O homem está detido e aguarda as próximas etapas do processo judicial.
  • Alerta à sociedade: O caso é um alerta sobre a gravidade da violência doméstica e a importância da investigação policial para responsabilizar os agressores. A sociedade deve se unir no combate ao feminicídio, denunciando qualquer suspeita de agressão.

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Perguntas frequentes

O que é feminicídio? Feminicídio é o homicídio qualificado praticado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, geralmente envolvendo violência doméstica ou menosprezo à condição de mulher.

Como denunciar casos de violência doméstica em Minas Gerais? A denúncia pode ser feita pelo telefone 180 (Central de Atendimento à Mulher), pelo 190 (Polícia Militar) ou diretamente em uma delegacia, preferencialmente na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).

O que acontece com quem oculta cadáver? A ocultação de cadáver é crime previsto no artigo 211 do Código Penal, com pena de reclusão de 1 a 3 anos e multa. Quando associado a um homicídio, a pena pode ser aumentada.

Qual a pena para feminicídio no Brasil? A pena para o crime de feminicídio é de reclusão de 12 a 30 anos, podendo ser aumentada em até 1/3 se ocorrer durante a gestação, na presença de filhos ou em descumprimento de medidas protetivas.

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Redação Rei de Minas

Rei de Minas — jornalismo de Minas Gerais e Brasil, com curadoria e revisão humana.

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