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Gerdau demite 278 em Divinópolis e mantém 180 empregados: o que muda para a cidade e a região

Gerdau demite 278 em Divinópolis e mantém 180 empregados. Entenda o acordo, as indenizações e o impacto na siderurgia e no emprego da região. Leia agora.

RRRedação Rei de Minas04 de novembro de 2026 · 5 min de leitura
Gerdau demite 278 em Divinópolis e mantém 180 empregados: o que muda para a cidade e a região

A Gerdau vai demitir cerca de 278 trabalhadores em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e manter 180 profissionais atuando na unidade. O superintendente regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais, Carlos Calazans, confirmou os números ao portal Metrópoles depois de uma reunião na tarde de terça-feira (3/11) que durou mais de três horas.

O caso ganhou peso porque circulava a informação de que a planta seria fechada por completo. Teve até autoridade fazendo live sobre o assunto. Não é isso que vai acontecer. A unidade segue operando de forma parcial: parte do setor industrial será encerrada, mas laminação e logística continuam de pé.

Gerdau demite 278 em Divinópolis e mantém 180 empregados: o que aconteceu

As informações foram repassadas após a reunião de terça-feira. A negociação entre as partes resultou em um acordo, que ainda depende do aval dos trabalhadores.

  • Cerca de 278 funcionários serão desligados da unidade de Divinópolis.
  • Outros 180 profissionais serão mantidos trabalhando na planta.
  • A unidade não será fechada: segue ativa com laminação e logística.
  • Parte do setor industrial será encerrada.
  • O acordo com indenizações e benefícios aos desligados será votado em assembleia.

Calazans afirmou que a versão de fechamento total não se confirmou. "Havia comentários de que a unidade seria fechada totalmente, algumas autoridades até fizeram lives falando a respeito, mas durante a reunião, nos foi informado pela empresa que será mantida parcialmente. A empresa vai manter as atividades dos setores de laminação e de logística, mas encerrará parte do setor industrial", afirmou o superintendente.

A conversa foi longa. "Foram mais de três horas de negociação até se chegar a um acordo que prevê indenizações e benefícios aos funcionários que serão desligados", completou.

O que fica na unidade: laminação e logística

A laminação é uma etapa de transformação do aço, e a logística cuida do escoamento da produção. São exatamente as duas áreas que a empresa decidiu preservar em Divinópolis.

Na prática, é a permanência desses setores que sustenta os 180 empregos mantidos e afasta o cenário de fechamento total que chegou a ser especulado. A unidade continua dentro da cadeia produtiva da empresa, mesmo com parte da operação industrial encerrada.

Não há informação no dossiê sobre novos investimentos ou ampliação dessas áreas. Ainda assim, manter as operações indica que a planta segue ativa e com função definida dentro da estrutura da companhia.

O acordo e a assembleia: o que os trabalhadores vão votar

O acordo construído na reunião prevê indenizações e benefícios aos funcionários que serão desligados. Valores, prazos e demais condições ainda dependem da votação em assembleia.

  • A assembleia é o momento em que os trabalhadores avaliam e votam os termos do acordo.
  • O texto foi elaborado após mais de três horas de negociação.
  • A votação é a etapa que falta para fechar o processo junto aos desligados.

Enquanto a assembleia não ocorre, o acordo não está concluído. A votação é a etapa que falta para concluir o processo junto aos desligados.

Impacto para Divinópolis e o Centro-Oeste de Minas

A demissão de cerca de 278 trabalhadores mexe com o emprego industrial em Divinópolis e no Centro-Oeste mineiro. São postos que deixam de existir numa região que já convive com desafios econômicos e depende da indústria como parte relevante da base de empregos formais.

A cadeia produtiva local tende a sentir o efeito. Fornecedores, prestadores de serviço e o comércio ligado ao dia a dia dos trabalhadores da planta costumam ser afetados quando uma unidade desse porte reduz a atividade.

A manutenção de 180 empregos ameniza o cenário, mas não elimina a preocupação com a perda de parte do parque industrial. O encerramento de parte do setor industrial é um ponto sensível: a unidade permanece, porém com menos operação do que antes.

O que esperar daqui para frente

O próximo passo é a assembleia que vai votar o acordo. É ela que define o que os desligados vão receber e em quais condições.

Não há informação no dossiê sobre planos de reestruturação, novos cortes ou investimentos nas áreas mantidas.

As informações foram repassadas pelo superintendente regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais, Carlos Calazans. A leitura que fica, por ora, é de manutenção parcial: a Gerdau demite cerca de 278 em Divinópolis, mantém 180 empregados e segue operando com laminação e logística.

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Perguntas frequentes

A Gerdau vai fechar a unidade de Divinópolis? Não. A unidade será mantida parcialmente. A empresa vai encerrar parte do setor industrial, mas continuará operando com laminação e logística.

Quantos funcionários serão demitidos? Cerca de 278 trabalhadores serão desligados.

Quantos empregados permanecem na unidade? A Gerdau manterá 180 profissionais trabalhando em Divinópolis.

Quais setores continuam funcionando? As atividades de laminação e de logística.

O acordo de indenizações já está fechado? Não. O acordo prevê indenizações e benefícios aos desligados, mas ainda será votado em assembleia.

Quem confirmou as informações? O superintendente regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais, Carlos Calazans, após reunião na tarde de terça-feira (3/11) que durou mais de três horas.

Houve risco de fechamento total? Havia comentários nesse sentido, inclusive com autoridades fazendo lives sobre o tema. Na reunião, porém, a empresa informou que a manutenção será parcial.

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Redação Rei de Minas

Rei de Minas — jornalismo de Minas Gerais e Brasil, com curadoria e revisão humana.

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